Inteligência Emocional, Confiança do Empregado na Organização e Bem-Estar no Trabalho: Um Estudo com Executivos


Na manhã de segunda-feira (26.05.2014), em Gramado (RS) apresentei um artigo de minha autoria em parceria com as pesquisadores Profa. Dr.Mirlene Maria Martins Siqueira (CNPq) e Prof. Dr. José Alberto Carvalho dos Santos Claro (UNIFESP). Desta vez no VIII Encontro de Estudos Organizacionais da ANPAD – EnEO 2014. É um dos mais importantes eventos científicos da área da Administração no Brasil.






O VIII Encontro da Divisão de Estudos Organizacionais da ANPAD – EnEO foi realizado de 25 a 27 de maio de 2014, na cidade de Gramado , RS, sob promoção da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração/ANPAD e de responsabilidade da Divisão de Estudos Organizacionais/EOR. O EnEO foi um espaço de discussão de temas relevantes no âmbito da Divisão. Esta Chamada de Trabalhos foi um convite aos pesquisadores de quaisquer instituições do país e do exterior. O objetivo geral do evento é fomentar o desenvolvimento da área de estudos em organizacionais no Brasil, por meio de estudos teórico e/ou teórico empíricos considerando os diferentes subsistemas e dimensões de análise.


RESUMO: Este estudo verificou a interdependência entre inteligência emocional, confiança do empregado na organização e bem-estar no trabalho em empresa brasileira de engenharia com uma amostra constituída por altos executivos. Utilizou-se um questionário composto por cinco escalas que mediram dimensões de bem-estar no trabalho, de habilidades da inteligência emocional e de confiança do empregado na organização. Os resultados revelaram que apenas a confiança do empregado na organização teve correlações significativas com o bem-estar no trabalho. A correlação mais alta e significativa se deu entre padrões éticos e comprometimento organizacional afetivo. Não houve correlação significativa entre inteligência emocional e bem-estar no trabalho.

BARROS, M. C.; SIQUEIRA, M. M. M.; CLARO, J. A. C. S. Inteligência Emocional, Confiança do Empregado na Organização e Bem-Estar no Trabalho: Um Estudo com Executivos. EnEO - Encontro de Estudos Organizacionais, 8. Anais... p. 1–16, 2014. Gramado (RS): ANPAD.

Para visualizar no site da ANPAD clique aqui!

Para visualizar o trabalho na íntegra clique aqui!

Marli Barros - Consultora Organizacional
26 de Maio de 2014
Artigo Nº: 04



O TEMPO PASSA E A GENTE CRESCE...


Olá Amigos!


2014 chegou e esse é o ano em que a MB Consultoria fará 10 anos de existência; Isso é motivo de muito orgulho para toda a equipe e em especial para mim, pois, ao longo desses anos contribuímos para o crescimento de muitas pessoas e essas pessoas favoreceram o nosso crescimento, portanto, crescemos mutuamente;

Quinzenalmente vocês clientes e amigos, poderão ler em nosso site, os artigos postados por mim e por profissionais gabaritados da área, será um prazer compartilhar com vocês nossa visão de mundo;

Teremos a oportunidade ainda de conversarmos sobre os artigos no café virtual, tenho certeza, que será enriquecedor;

Lendo o livro Metamorfose Empresarial – Em tempos de oportunidades tive de concordar com o Autor Luiz da Rocha que defende que toda evolução é consequência de um processo de desenvolvimento. Para o autor a palavra construção denota aplicação de um método proposto, com início, meio e fim. Já o desenvolvimento é uma atividade permanente na busca de melhorias contínuas e inovações nos processos; é uma sucessão de inícios, meios e fins.

Espero que todos estejam dispostos a fazer desse ano, o ano de desenvolvimento individual, coletivo e organizacional, para que possamos estar preparados para a oportunidade quando ela surgir à nossa frente.
Feliz 2014 a todos!

Você bem melhor

Marli Barros - Consultora Organizacional
27 de Janeiro de 2014
Artigo Nº: 01



Olá!

Vivemos numa sociedade altamente tecnológica. Nenhuma outra civilização atingiu tal desenvolvimento no aspecto científico.
Somos bombardeados de informação o dia inteiro, o equivalente a 174 jornais; Você já havia pensado nisso? 174 jornais!!!! É muita coisa não?!
Tal informação pode passar a falsa impressão que estamos mais educados, sabidos, mais cultos, infelizmente não...Essa quantidade de informação não tem elevado nossa capacidade intelectual.

Existem alguns dados que eu gostaria de compartilhar com você; são dados nada animadores, mas, que precisam ser lidos e entendidos para que possamos ter consciência do quanto precisamos avançar.

- Metade da população do Brasil (47%) está no nível básico de analfabetismo; isso significa que o brasileiro não consegue interpretar textos longos, além de ter dificuldade em operações matemáticas complexas;

- 30% são considerados analfabetos funcionais segundo o Indicador de Analfabetismo Funcional (INAF). O analfabeto funcional é aquele que lê e compreende apenas frases curtas e faz contas simples;

Esse retrato horrendo da educação brasileira prejudica não só o crescimento da economia como também os negócios. Desde 1992, a produtividade no país avança mísero 1% ao ano, quando a média para os países emergentes é de 4%, de acordo com o The Conferece Board, órgão de pesquisa americano.

Não tenha dúvida: Isso impacta numa série de competências que são exigidas pelas empresas e que os indivíduos não estão entregando pelo simples fato de não tê-las;

É importante frisar que a má qualidade da educação não se limita aos funcionários do chão de fábrica. Mesmo os alunos que chegam ao MBA, trazem consigo as carências dos ensinos anteriores, portanto, o panorama geral é preocupante.
Acredito que esse assunto renderia livros e mais livros, mas, o que pretendo ao escrevê-lo é apontar para a necessidade vital do Desenvolvimento Humano, no aspecto mais amplo da palavra.

Quero apenas influenciar para que você busque mais realizações, sensações e satisfações através do desenvolvimento e aplicação de todos os seus recursos potenciais físicos, mentais, emocionais e espirituais melhorando a realidade da vida com ações práticas no cotidiano.

Desenvolva-se!

Marli Barros - Consultora Organizacional
11 de Fevereiro de 2014
Artigo Nº: 02



FEEDBACK - PODEROSA E IMPRESCINDÍVEL FERRAMENTA DO LÍDER NA GESTÃO DAS PESSOAS


Quando você está se dirigindo a um local pela primeira vez, em outra cidade ou mesmo outro bairro, em geral, procurará se orientar por mapa, GPS, dicas de pessoas que conhecem este local, placas. E mesmo que esteja habituado a um determinado endereço/caminho, você continua confirmando se está certo, consultando ou observando as placas indicativas, mesmo sem perceber conscientemente que está fazendo isso, afinal, às vezes "as coisas mudam",correto? É uma forma de sentir-se seguro em seu propósito.

E no papel profissional? Você busca sentir-se seguro na busca de seus propósitos? Necessita de orientação, direcionamento em sua trajetória? Se respondeu SIM, começamos a tratar de aspectos essenciais ao feedback...

Podemos conceituar, dizer o que é e o que não é feedback, dar dicas, tratar as técnicas mais assertivas, enfim, o tema é amplo e sustenta elaboração de livros, palestras, cursos. O propósito aqui é instigá-lo a refletir, meu Caro Líder, como você está atuando no processo Feedback junto aos seus liderados.

Veja que propositadamente pontuei Feedback como processo, o que significa, precisa ser contínuo, para ser efetivo, nada de esperar apenas pelo momento formal e pontual (na maioria das empresas isto ocorre anualmente, por ocasião da avaliação de desempenho).

Para ser efetivo, o feedback precisa ser útil, descritivo, específico, apropriado ao que pode e deve ser modificado, tanto quanto possível, imediato ao fato ocorrido. Essencial que esteja embasado em fatos e comportamentos observáveis, nunca em Julgamento. É muito diferente dizer a alguém que o desempenho dele está sendo impactado pelos constantes atrasos ou faltas (que você pode mensurar concretamente pelos registros e observações) do que dizer-lhe que é irresponsável porque tem se atrasado e faltado com frequência. O diálogo é que poderá dar-lhe o entendimento do ocorrido. Percebe a diferença?

FEEDBACK = DIÁLOGO | FEEDBACK ≠ JULGAMENTO

Fundamental se faz apresentar os impactos/ consequências tanto do comportamento inadequado, como do adequado. O primeiro possibilita correção/desenvolvimento e aprimoramento de competências, pelo redirecionamento e pela mudança de atitude; o segundo, a valorização e reconhecimento tão estimulantes para o crescimento profissional, engajamento e motivação.

Pense em suas relações pessoais, familiares... Nestas interações também você procura entender se está "acertando" ou "errando" e não receio afirmar que o diálogo se faz a mais poderosa ferramenta de intervenção e esclarecimento e possibilita, tratos, pactos, acordos, combinados, enfim, um alinhamento ou realinhamento das expectativas, uma correção de rumo, quando necessário ou celebração, quando pertinente.

Portanto, ao Líder cabe praticar e aprimorar continuamente suas habilidades em dar feedback, atuando com postura assertiva, que permita-lhe genuína contribuição ao desenvolvimento das pessoas sob sua responsabilidade. Afinal, o Líder não é o "dono da verdade" e no Feedback ele deve sempre visualizar " é a oportunidade que eu tenho de transmitir a minha percepção a seu respeito (não a verdade sobre você), alimentando a nossa relação (pessoal ou profissional) para que ela seja mais satisfatória para nós dois (não apenas para mim) e para a Organização". Com toda certeza, uma equipe comprometida e engajada, dentre outros fatores, tem uma liderança acessível e canal aberto ao diálogo, fatores contributivos ao bom clima organizacional e consequentemente a resultados diferenciados para Organização.

Segundo Richard L Williams (autor do livro: Preciso saber se estou indo bem - editora Sextante), " O feedback é um nutriente essencial para a vida. Não conseguimos ficar mais que alguns minutos sem ar, alguns dias sem água e poucas semanas sem comida. Esses são os três nutrientes fisiológicos mais importantes para os seres humanos. Mas a maioria das pessoas não se dá conta de que o quarto elemento fundamental é o Feedback".

Então, Caro Líder, convido você a revisitar seu processo de feedback e como está usando esta ferramenta...

Sua atuação está contribuindo efetivamente com o desenvolvimento das pessoas? Que resultados tem alcançado com a atual postura?

Caso haja oportunidade de melhorar seu processo, o momento é agora. Bom trabalho e sucesso!

Sandra Regina Sterman - Consultora Organizacional
17 de Fevereiro de 2014
Artigo Nº: 03



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